harem and reveries
Kitsch. Beirando o ridículo. Denegrindo minha imagem.
"Cantando a vida, como o cisne a morte." Bocage
23:08
Vinte e três e meio de setembro

Colhendo flores ao meio-dia de uma quinta-feira. Pega o chapéu e abana um pouco o rosto. Cheira uma margarida. Coloca-a presa à fita do chapéu. Chama a cadela para dançar consigo à luz impéria do dia. Uma dança para enquanto ainda somos coisas mornas e vivas. Uma dança para enquanto esquecemos da morte. Oh… me lembrei… um chá de erva-doce para a Morte sempre muito séria e discreta. E que continuem a viver todas as coisas; e que continuem a morrer também todas elas!